Como a liderança pode se envolver mais com T&D para garantir o suporte às equipes?

Dicas de T&D

Como a liderança pode se envolver mais com T&D para garantir o suporte às equipes?

Artigo
Como a liderança pode se envolver mais com T&D para garantir o suporte às equipes?

Baseado em uma entrevista com Jane Daly, Chief Insight Officer da PeopleStar e CEO da People Who Know, neste artigo iremos abordar sobre aprendizagem autodeterminada, o papel da liderança no T&D e a importância do treinamento personalizado. Continue acompanhando a leitura!

O que é a aprendizagem autodeterminada (heutagogia) e qual a sua importância?

Na aprendizagem autodeterminada, também conhecida como heutagogia, os alunos são altamente autônomos e a ênfase está no desenvolvimento de competências.

O objetivo é ter alunos engajados, motivados e bem preparados para as complexidades do local de trabalho. Isso é encontrado frequentemente em organizações com um nível mais alto de maturidade de aprendizagem digital.

Essa abordagem é importante porque seu foco está em como as pessoas aprendem e não apenas no conteúdo. Isso ajuda o T&D a desenvolver estratégias de longo prazo e princípios de resolução de problemas que podem ser aplicados de forma cotidiana no trabalho e nas situações da vida.

A autodeterminação permite que as pessoas se apropriem de suas escolhas e de como vivem, além de trazer impactos positivos na motivação e no bem-estar – elas são mais motivadas a agir quando sentem que o que fazem irá realmente trazer resultados.

Como a aprendizagem autodeterminada impacta a dinâmica no local de trabalho?

Embora algumas pessoas estejam enfrentando a pobreza digital e os desafios da alfabetização digital, a mudança para o digital trouxe novos conjuntos de competências e oportunidades de carreira para pessoas que estão preparadas para se apropriar das suas experiências de aprendizado e elevar o nível.

Com o fluxo indo em direção à transformação digital completa, o conhecimento, a educação, aprendizado e experiências de trabalho se tornaram mais acessíveis e esses acessos devem crescer exponencialmente na próxima década.

Isso significa que os colaboradores podem assumir a liderança do aprendizado e investir em si mesmos, escolhendo oportunidades que promovem o autodesenvolvimento ou o crescimento na carreira. Os empregadores que aproveitarem esse momento, oferecendo experiências de aprendizado relevantes por meio da plataforma de treinamento da empresa, poderão atrair, reter os melhores talentos e manter vantagem competitiva no mercado.

O papel da liderança em apoio ao T&D para garantir suporte às equipes

Os melhores gerentes precisam ter uma mentalidade de treinamento em vez de apenas “gerenciar” as equipes. É necessário ser mais autodeterminado e motivado para conduzir o desenvolvimento da equipe, focando sempre em seu potencial.

Ter esse desejo de desbloquear o aprendizado em grupo é um elemento-chave para a sua motivação. Assim, os gerentes podem ser bons parceiros para o T&D. Na verdade, os que possuem essas características geralmente são autodeterminados e encontram várias maneiras de gerar oportunidades de aprendizado na organização.

Quando um líder não coloca as pessoas antes do lucro, isso é consequência de um ambiente de recompensa e reconhecimento mal projetado dentro da cultura corporativa, que se concentra nas coisas erradas para que algumas pessoas escolhidas se beneficiem do investimento em aprendizado, em vez de toda a equipe.

A única maneira de garantir que todos os gerentes apoiem suas equipes e integrem um ecossistema de aprendizado é recompensá-los e reconhecê-los por fazer isso, criando assim uma cultura de aprendizado próspera em que todos se beneficiam.

Equilibrar necessidades do aluno e necessidades do negócio
Dependendo do tamanho da equipe, os profissionais de T&D precisam decidir o que priorizar. É necessário ter em mente que nem todos os colaboradores aprendem da mesma maneira e que, ao oferecer mais formatos e opções em suas ofertas de aprendizado, é possível atrair uma variedade maior de preferências. Ao lidar com uma escala global, o T&D também deve considerar as normas culturais ao projetar seus programas de aprendizagem.

O T&D deve se concentrar não apenas na necessidade de aprendizado, mas também nas necessidades reais do negócio, oferecendo oportunidades para atender o que a equipe realmente precisa de forma mais intensa.

Se o T&D estiver focado nos gaps críticos de competências e, em seguida, avaliar os requisitos do aluno em torno deles, eles verão que esse equilíbrio naturalmente vai ser alcançado.

Profissionais focados no futuro devem adotar uma abordagem baseada em evidências para avaliar as necessidades de colaboradores e equipes, construindo sua percepção à medida que a equipe evolui para se tornar mais valiosa ao longo do tempo, em vez de ser um evento único ou anual.

Essas são práticas ideais de uma organização que trabalha para avançar seu nível de maturidade de aprendizagem!

Oferta de treinamento personalizado

Ao priorizar o aprendizado autodeterminado, ter o equilíbrio certo de tecnologia centrada no ser humano e, em seguida, estimular com base nas preferências e necessidades do aluno, o aprendizado é acelerado.
Quanto mais as pessoas são apoiadas pela tecnologia centrada no ser humano, mais fácil elas podem se tornar auto conscientes de como aprendem e do que precisam para crescer e se desenvolver.

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